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Seminário | De Rótulos Estáticos a Trajetórias de Risco: Repensar a Categorização da Internacionalização Precoce

Seminário

Quando

23 > 23.01.2026 · 18:00 > 19:30

Onde

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A Escola Superior de Tecnologia e Gestão do P. PORTO convida à participação no Seminário, intitulado “De Rótulos Estáticos a Trajetórias de Risco: Repensar a Categorização da Internacionalização Precoce”.


O Seminário decorrerá no âmbito do curso de Mestrado em Gestão e Decisão Industrial.

 

ORADORA CONVIDADA

Joana Gomes-Silva

Doutora em Análise Económica e Estratégia Empresarial pela Universidade de Vigo (2025), onde desenvolveu investigação no grupo REDE/ECOBAS, no âmbito do departamento de Negócios Internacionais. Atualmente, é docente no IPAM Porto e na Universidade Portucalense, lecionando nas áreas de Gestão, Marketing Internacional e Economia Internacional. A sua investigação centra-se na gestão do risco em contextos de internacionalização, com foco especial nas empresas de internacionalização precoce. Tem colaborado ativamente em redes internacionais de investigação, incluindo uma estadia como visiting researcher na Universidade de Uppsala (Suécia). Integra ainda a ACEDE – Associação Científica de Economia e Direção da Empresa, onde é responsável pela área de jovens investigadores em negócios internacionais

 

OBJETIVOS

As empresas que se internacionalizam precocemente são habitualmente rotuladas como born globals, born regionals ou early exporters, com base, na maioria dos casos, em limiares estáticos observados em um ou dois momentos no tempo. Estes rótulos partem implicitamente do pressuposto de que empresas que seguem padrões semelhantes de internacionalização precoce enfrentam também níveis semelhantes de risco, um pressuposto que raramente é questionado.

No seminário, argumento que ignorar o risco e ignorar as trajetórias conduz a uma classificação sistematicamente enviesada das empresas que se internacionalizam cedo. A internacionalização não é uma sequência de eventos isolados, mas antes um processo dinâmico no qual desempenho, compromisso, âmbito geográfico e risco coevoluem ao longo do tempo.

Com base em evidência longitudinal de early exporters, demonstro que empresas que parecem semelhantes à luz das classificações tradicionais seguem, na realidade, trajetórias de internacionalização marcadamente distintas quando o risco realizado é explicitamente considerado. Algumas trajetórias refletem uma gestão cautelosa do risco, enquanto outras revelam padrões reativos ou voláteis de risco que desafiam as narrativas dominantes sobre a internacionalização precoce e rápida.

O seminário convida, assim, a uma reflexão mais ampla sobre a forma como a incorporação do risco e das trajetórias pode reformular as teorias existentes da internacionalização empreendedora e do processo de internacionalização, bem como sobre as implicações desta abordagem para a investigação e para a tomada de decisão empresarial.

 

DESTINATÁRIOS

Comunidade ESTG P.PORTO

Comunidade em geral com interesse pela temática

Comunidade interessada em finanças

Empresários e contabilistas 

 

A aula será transmitida online, via Microsoft Teams. O link de acesso está disponível AQUI.

 

PARTICIPAÇÃO GRATUITA SUJEITA A INSCRIÇÃO

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Autor

emas

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