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Plataforma digital estará disponível para os cidadãos no final deste ano

Entrevista a Jorge Silva, Bastonário da Ordem dos Notários | in Jornal Económico | 24/08/2018


A Ordem dos Notários está a desenvolver uma plataforma de simplificação administrativa que conta com a participação da ESTG - Escola Superior de Tecnologia e Gestão.
Jorge Silva, bastonário da Ordem dos Notários,  falou ao Jornal Económico sobre a criação desta plataforma que está a ser assessorada, desde o caderno de encargos até à sua implementação, pelo investigador do CIICESI e Professor da ESTG, António Pinto.

 

"O bastonário da Ordem dos Notários, Jorge Silva, é o convidado desta semana do programa Decisores, nesta edição apresentado por Ricardo Santos Ferreira, transmitido hoje, às 11h00, nos sites e nas redes sociais do Jornal Económico.
Foi eleito no final do ano passado, que balanço faz deste primeiros meses na Ordem?
O balanço é extremamente positivo. Desde logo, reatámos alguns laços perdidos, nomeadamente com o Ministério da Justiça e várias instituições públicas. Relançámos um pouco a atividade notarial, focando-nos naquilo que é essencial para nós, isto é, um serviço público moderno, desmaterializado e baseado naquilo que são as necessidades dos cidadãos e das empresas. Foram meses de muito trabalho, mas bastante compensadores e perspectiva um futuro muito interessante para aquilo que é o serviço notarial português.

Estão a preparar uma plataforma para desmaterializar os atos notariais. Como está a concretização desse processo?
Considerando as condicionantes que são sempre colocadas pela contratação pública, demos passos que julgo que são seguros. Desde logo, assumirmos termos transparência tecnológica e que as opções fossem as mais claras possíveis. Fizemos um protocolo com o Instituto Politécnico do Porto e neste momento temos um doutorado do IPP que assessora todo o processo, desde os cadernos de encargos a toda a implementação da plataforma.
Por outro lado, iniciámos um processo de escolha de empresas que poderiam colocar de pé este projeto no mais curto espaço de tempo.
Neste momento, já vamos iniciar o processo de implementação propriamente dito, tecnológico. Garantidamente, até ao final deste ano será possível testar a plataforma e tê-la preparada para ser utilizada pelos cidadãos, nomeadamente, para consultar escrituras desmaterializadas numa plataforma digital, com base numa certidão permanente...."


in Jornal Económico | 24/08/2018

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ampn

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